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Em 1994, antevendo mais uma vez o futuro, A FUNDAÇÃO CESGRANRIO começou a se preparar para fazer a avaliação de sistemas de ensino.
Sempre em busca do que de mais moderno se pratica no mundo, na área de educação, assinou um convênio com a Fundação
Ford para incorporar uma nova tecnologia que permite comparar, através de modelos estatísticos, o desempenho de alunos
ao longo dos anos, mesmo que não sejam os mesmos alunos e não tenham feito a mesma prova: a Teoria da Resposta ao Item - a TRI,
inaugurando um novo paradigma na área de medidas educacionais.
A partir de 1995, a Cesgranrio passou a elaborar e aplicar o
projeto do SAEB, Sistema de Avaliação do Ensino Básico, usando a
TRI. Essa tecnologia foi, assim, utilizada, pela primeira vez
no Brasil, pela FUNDAÇÃO CESGRANRIO.
A partir daí, coube à Cesgranrio, ano a ano, isoladamente ou em consórcio, a aplicação
da quase totalidade das avaliações nacionais: o Exame Naciona de Cursos, popularmente chamado "Provão",
desde 1996, substituído atualmente pelo ENADE - Exame Nacional de Avaliação do Desempenho
dos Estudantes ; o ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio - desde 1998; o ENCCEJA - Exame
Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, em 2002 e 2007; e a Prova Brasil, de 2005
e 2007.
Além das avaliações nacionais, a FUNDAÇÃO CESGRANRIO tem realizado avaliações do sistema de ensino
em vários Estados, como o SPAECE - Sistema Permanente de Avaliação do Ensino do Ceará; o SARESP -
Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar de São Paulo; o SIADE - Sistema de Avaliação do Desempenho
das Instituições de Ensino do Distrito Federal; o Nova Escola, no Estado do Rio de Janeiro; e o do Rio Grande do Sul,
entre outros, além de avaliar projetos, como o da TV-Escola, o do SENAI e o Escola Campeã, por exemplo.
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